Política

Mário de Sousa chefia Ministério da Economia

César Esteves

Jornalista

O Presidente da República, João Lourenço, conferiu, ontem, posse, ao novo ministro da Economia e Planeamento, Mário Augusto Caetano de Sousa, à secretária de Estado para a Economia, Dalva Maurícia Calombo Ringote Allen e ao vice-governador da província de Luanda, para os Serviços Técnicos e Infraestrutura, Cristino Mário Ndeitunga, nomeados no mesmo dia.

02/09/2021  Última atualização 07H00
© Fotografia por: DR
Mário Augusto Caetano de Sousa, até então secretário de Estado para a Economia, substitui no cargo Sérgio de Sousa Mendes dos Santos, que exercia a função desde Janeiro de 2020.
 Na mesma cerimónia, foram empossados o novo vice-governador da província do Cunene para os Serviços Técnicos e Infra-Estruturas, Faustino António Lourenço Cortez, e a vice-governadora de Benguela para o Sector Político, Social e Económico da província, Lídia Celma Gonçalves Machado Amaro, nomeados na terça-feira.       Na ocasião, o Presidente da República lembrou aos empossados que ser membro do Executivo, quer a nível central, quer provincial, é uma grande responsabilidade. Chamou a atenção aos novos membros do Executivo para a necessidade de trabalharem em espírito de equipa, a fim de se alcançar os objectivos preconizados. "Ter a noção de que somos uma equipa, que ninguém trabalha sozinho, deve haver inter-ajuda entre nós e ter sempre presente o sentido de Estado”, exortou o Chefe do Executivo. 

 Mário Caetano de Sousa prometeu dar continuidade às obras do seu antecessor. "Como sempre fizemos parte deste novo paradigma, que é o Ministério da Economia e Planeamento, vamos dar continuidade àquilo que são as actividades deste ministério e ajustar o que é necessário ajustar”, ressaltou.

 O novo ministro disse ter uma "boa equipa” à sua disposição, tendo reconhecido a qualidade dos dois secretários de Estado. "São pessoas com as quais já trabalho há algum tempo e com quem tenho toda a confiança”, frisou Caetano de Sousa, para quem, com esta equipa, vai ser possível chegar-se a bom porto.

 Admitiu terem muito trabalho pela frente, mas garantiu estar confiante de que vão conseguir atingir as metas do Plano de Desenvolvimento Nacional. 

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