Economia

Marinha deve estar pronta para enfrentar novos desafios

A implementação da Estratégia para o Mar passa pela identificação dos cidadãos, entidades privadas, comerciantes, empresas de navegação, indústrias de construção e manutenção naval, empresas de indústria petrolífera, operadoras de turismo, segurança privada, indústria de seguros, especialistas e profissionais, cientistas ambientais, consultores, entre as instituições com interesse ou conexão no espaço marinho.

28/07/2022  Última atualização 09H30
© Fotografia por: Armando Costa | Edições Novembro

"Os estados que não avaliam proactivamente o domínio marítimo  não são capazes de saber aquilo que o mar pode oferecer. É necessário conhecer o seu potencial económico marítimo real, ou seja, conhecer o valor do seu domínio marítimo para ser  explorado efectivamente e de forma sustentável”, disse Assis Malaquias.

O angolano, radicado nos Estados Unidos da América, apontou entre as premissas conhecer o valor económico do sector das pescas, o potencial de extracção de mineral, a sua rentabilidade, o potencial do ambiente marinho para a energia verde, como fazer uso eficaz das infra-estruturas  portuária e o relacionamento entre a agricultura e a indústria offshore e onshore.

"É necessário antecipar  as ameaças e os desafios ligados à pesca ilegal não declarada e regulamentada,  o roubo de recursos, tráficos de seres humanos e bens, tráfico de armas, narcóticos, pirataria, terrorismo, lavagem de dinheiro e actividade s financeiras ilícitas, mudanças climáticas e erosão costeira  degradação ambiental, sem nos esquecermos das inerentes à pobreza endémica, instabilidade política, conflitos e corrupção”, finalizou.


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