Política

Marcy Lopes mantém política de aproximação aos cidadãos

Edna Dala

Jornalista

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, garantiu, terça-feira(20), que vai dar continuidade às políticas de aproximação dos serviços de justiça aos cidadãos, com destaque para a afirmação do sector de Identificação, facilitando à atribuição do Bilhete de Identidade.

21/09/2022  Última atualização 08H10
Francisco Queiroz (à direita) elucidou o quadro ao novo ministro da Justiça Marcy Lopes © Fotografia por: Paulo Mulaza | Edições Novembro
Marcy Lopes, que falava durante a cerimonia de passagem de pastas com o ministro cessante, Francisco Queiroz, anunciou, desta feita, que o Ministério vai continuar a trabalhar para vencer sobre os desafios colocados na linha de acção do Ministério da Justiça.

Entre estes, constam a solução dos problemas relacionados com o Registo Civil e de Propriedade Automóvel, bem como a gestão dos recursos humanos da instituição, sublinhando que vai salvaguardar os seus interesses.

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, que foi aluno do ministro cessante, Francisco Queiroz, enfatizou, durante a sua curta abordagem, "se hoje sou o que sou, um profissional de Direito, jurista e académico é fruto do que nos foi passado durante a formação e não só, assim como pelo exemplo de vida, profissional e pela forma correcta que sempre tratou e trata todo o mundo".

Por seu turno, o ministro cessante, Francisco Queiroz, lembrou ao novo "inquilino" que a instituição tem muitos desafios importantes, tendo destacado a identificação de todos os cidadãos, a solução dos problemas relacionados com os Registos Civil e de Propriedade, Automóvel, entre outros.

Francisco Queiroz apontou, também, a aproximação dos serviços da justiça aos cidadãos. Considerou a experiência e a passagem de Marcy Lopes pelo Ministério da Administração do Território "uma mais valia, na medida em que vai proporcionar valor naquilo que será a gestão do Ministério da Justiça".

"Há uma relação estreita entre o objecto de trabalho do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos e a área de actuação do Ministério da Administração do Território", esclareceu. Nesta ordem de ideias, Francisco Queiroz recordou a iniciativa dos BUAPs, programa implementado sob a coordenação do novo ministro da Justiça, em que 80 por cento dos serviços prestados por esses Balcões são de matérias leigas à justiça e à cidadania.

Todas essas experiências, frisou, vão contribuir para uma capacidade maior de gestão e de congregação. Ao fazer apresentação da equipa que trabalhou consigo durante os cinco anos,  Francisco Queiroz fez questão de sublinhar que um dos maiores feitos dos seus colaboradores directos diz respeito às reformas audaciosas implementadas pelo sector.

A equipa, prosseguiu, fez com que essas reformas fossem sustentáveis, não apenas no presente, mas, também, no futuro e que não tivessem nenhum tipo de recuo, apesar das vacilações que muitas vezes se desenharam. O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos cessantes, Francisco Queiroz, integra, agora, o quadro do Conselho da República.     

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