Política

Mar angolano tem potencial por explorar

A ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros Neto, afirmou em Nairobi, Quénia, que Angola tem um vasto oceano, mas admitiu que o mesmo ainda tem um potencial por explorar, indica uma nota da Embaixada angolana naquele país africano.

28/11/2018  Última atualização 08H58
Mota Ambrosio | Edições Novembro © Fotografia por: Ministra indica que Angola tem um potencial por explorar


Victória de Barros Neto, que falava em representação do Presidente da República, João Lourenço, na Conferência sobre a Economia Azul Sustentável, iniciada na segunda-feira, disse, no entanto, que o Oceano Atlântico contribui com aproximadamente 60 por cento para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional, dos quais 40 são provenientes da indústria petrolífera.
A ministra acrescentou que, para além da indústria petrolífera e de gás, a pesqueira e de transporte marítimo são outras actividades que têm impacto significativo na economia nacional.
A conferência, que encerra hoje, é a primeira do género e conta com a presença de Chefes de Estado e membros de Governo de vários países e outras individualidades, perfazendo um total de quatro mil delegados.
A delegação angolana é integrada pelo embaixador de Angola no Quénia, Syanga Abílio, e o secretário de Estado do Ambiente, Joaquim Lourenço, além de quadros dos ministérios das Pescas e do Mar, do Ambiente, dos Transportes, da Economia e Planeamento, da Energia e Águas e a coordenadora da Comissão de Gestão da Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe.
A Economia Azul é um conceito que reconhece a importância do mar, dos oceanos, dos rios e lagos no crescimento económico.

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