Política

Manuel Fernandes promete apoio financeiro a jovens

André Sibi

Jornalista

O presidente da Convergência Ampla para Salvação de Angola, Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, disse, ontem, em Luanda, que, se vencer as eleições, vai aplicar, na política juvenil, 10 por cento das receitas dos sectores diamantífero e petróleo.

05/08/2022  Última atualização 08H59
Candidato da coligação conquista voto de “mães solteiras” © Fotografia por: Edições Novembro
Durante o acto de massas dirigido a centenas de jovens na praça dos Congolenses, afirmou que a coligação vai impulsionar as iniciativas juvenis, nos mais variados sectores da economia, através de um estudo de viabilidade económica.

"Vamos lançar uma rubrica financeira nos bancos comerciais e cada jovem interessado irá habilitar-se, com um projecto, amortizando os valores, mediante o pagamento de juros bonificados”,  frisou o candidato da CASA-CE.

Educação

Quanto ao sector da Educação, Manuel Fernandes explicou aos jovens que a formação política entende que "não é qualquer professor que deve dar aulas no ensino primário”. Defendeu que o professor do ensino primário deve ser um cidadão devidamente instruído e preparado para o desafio de formar o homem novo, realçando que "não podemos ter professores mal preparados”. Durante o encontro, o candidato Manuel Fernandes assegurou, igualmente, que a coligação pretende investir na alfabetização, ensino primário, secundário, médio e superior, com indicadores jamais vistos, desde a independência do país.

Apesar da importância de cada um destes sectores de ensino, afirmou que a formação técnico-profissional teria mais atenção,  dada a importância no atendimento às necessidades de mão-de-obra qualificada para o sector produtivo.

Mãe solteira

Em relação à mulher, o presidente da CASA-CE garantiu que vai dar uma atenção especial à mãe solteira, com um subsídio de maternidade, consolidando, assim, a igualdade do género, no quadro do emponderamento da própria mulher.

Manuel Fernandes esclareceu que o subsídio de maternidade deve ser garantido pelo menos durante quatro meses. "Temos de empoderar a mulher para estar à altura dos desafios do nosso país”, sublinhou o líder da coligação.

Os jovens apreciaram as propostas apresentadas pelo candidato a Presidente da República nas Eleições Gerais do dia 24 deste mês.

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