Sociedade

Mais mil alunos de Luanda estudam em boas condições

Alberto Quiluta

Jornalista

Um total de mil alunos do ensino primário do Distrito Urbano da Maianga, município de Luanda, passaram, desde sexta-feira, a estudar em melhores condições de acomodação e aprendizagem, depois da reabilitação e ampliação da Escola nº 1134.

23/01/2022  Última atualização 09H54
Alunos da Escola nº1134 voltam às aulas a partir de amanhã © Fotografia por: DR
Entregue pelo Ministério dos Transportes ao Governo Provincial de Luanda, a escola, com 11 salas de aula, beneficiou de obras , no quadro da responsabilidade social da empresa DP World, gestora do Terminal Multiusos do Porto de Luanda.
Além de reabilitação e ampliação, a escola foi, igualmente, mobilada, um investimento de que custou cerca de cem milhões de kwanzas.

O ministro dos Transportes, Ricardo D'Abreu, assegurou que a reabilitação da escola faz parte de um programa que envolve as empresas tuteladas e privadas ligadas ao sector, com o objectivo de responder aos desafios do milénio, entre os quais, a educação.

Ricardo D’Abreu informou que acções desta natureza estão a acontecer em outras partes do país onde existem empresas ligadas ao sector dos Transportes. Para o efeito, o Ministério constituiu uma comissão que coordena o programa de intervenções de responsabilidade social.

A ministra da Educação, Luísa Grilo, realçou que a reabilitação da Escola nº 1134 demonstra o perfeito casamento que deve existir entre o Estado e as empresas, visto que "só se formam bons quadros se tivermos boas escolas”.

A governante apelou ao empresariado a participar na vida das comunidades locais, por meio de iniciativas que promovam o desenvolvimento, e que podem até ser sugeridas pelas comissões de moradores e administrações municipais.
Quanto à escola, entregue pelo Ministério dos Transportes, a ministra Luís Grilo assegurou que estão criadas todas as condições para que as aulas arranquem amanhã.
A governadora provincial de Luanda agradeceu o gesto do Ministério dos Transportes e seus parceiros e lançou o apelo à preservação dos bens públicos colocados à disposição das comunidades.

Ana Paula de Carvalho reiterou que a responsabilidade social das empresas visa dar um desenvolvimento sustentável nas comunidades e que o exemplo da DP World deve ser seguido por mais empresas.
Para a materialização da empreitada, que durou 45 dias, a DP World, segundo o seu presidente do Conselho de Administração, Francisco Pinzon, investiu cerca de 100 milhões de kwanzas, que serviram, também, para a aquisição de 100 novas carteiras e 25 computadores.

 


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