Economia

Lei do Investimento Privado atrai investidores americanos

Isaque Lourenço

Jornalista

Os norte-americanos estão mais animados em trazer investimentos para Angola e reconhecem a atractividade da actual Lei do Investimento Privado, que, entre muitas medidas, eliminou a obrigação de partilha de posições nas sociedades entre nacionais e estrangeiros, além de conceder também benefícios e isenções fiscais.

21/09/2021  Última atualização 17H15
A ZEE, em Luanda é um dos locais onde há espaços para investir © Fotografia por: DR

A afirmação foi feita, na tarde desta terça-feira (21), pelo chefe-adjunto da área de negócios da Embaixada dos Estados Unidos da América, Greg Segas, ao dirigir palavras de boas vindas aos empresários do seu país, que participaram na videoconferência de amostra do Programa de Privatizações, designado "RoadShow PROPRIV", de iniciativa do Instituto de Gestão de Activos de Participações de Estado (IGAPE).

 

De acordo com o Greg Segas, o seu país valoriza também o combate à corrupção que tem elevado a confiança internacional, a assistência do Fundo Monetário Internacional (FMI), que tem gerado avaliações muito positivas e a melhoria do ambiente de negócios, por via da revisão das leis, tornando-as mais activas, actuais e atractivas ao investimento.

 

Nesse sentido, o responsável norte-americano reconhece haver maior transparência nos negócios, um facto que também serve de convite aos investidores dos Estados Unidos.

 

Greg Segas disse ainda que a recente melhoria da classificação da nota de risco do país (Rating) por parte da Agência Moody's é uma notícia que atrai os investidores, pois reflecte uma confiança internacional e maior capacidade de um dado mercado contrair dívida e solver seus compromissos.

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