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Jovens na vila do Andulo beneficiam de formação

Cerca de 100 jovens do município do Andulo, na província do Bié, beneficiam, desde Março, de formação técnico-profissional nas especialidades de Electricidade, Corte e Costura, Decoração, Informática e Carpintaria.

04/09/2018  Última atualização 12H59
Contreiras Pipa | Edições Novembro © Fotografia por: A maior parte dos formandos que prefere o curso de corte e costura é do sexo feminino

Os cursos, ministrados pelo Instituto Nacional de Empre-go e Formação Profissional (Inefop), estão inseridos nos programas de combate ao desemprego.
Segundo o responsável do pavilhão de artes e ofícios do Andulo, Victor Cassinda, os cursos são frequentados, na sua maioria, por jovens do sexo feminino.
O director do centro de formação disse que as jovens optam quase sempre pelos cursos de Corte e Costura, por acharem que os outros são mais adequados para homens.
Acrescentou que o objectivo é formar mais de mil jovens, para promover o auto emprego na juventude.  “Estamos a dar oportunidades aos jovens, para que amanhã possam ser inseridos com mais facilidade no mercado de trabalho”, disse Victor Cassinda. Os cursos têm a duração de nove meses e, apesar de serem gratuitos, contam com pouca adesão, por razões que o director do centro desconhece.
Desde a sua inauguração, o pavilhão de artes e ofícios do Andulo já formou mais de 800 jovens, que estão a trabalhar em diversas empresas da localidade e de outros pontos do país.

Falta de enfermeiros 

A falta de técnicos de várias especialidades no Hospital Comunal do Dando, na província do Bié, tem criado dificuldades no atendimento aos pacientes, afirmou, ao Jornal de Angola, a administradora comunal.   
Maria  Baca disse que o hospital tem apenas três enfermeiros, que considera insuficientes para uma população de cerca de oito mil habitantes. Para colmatar o défice e oferecer um serviço mais personalizado à população, frisou, é necessário recrutar pelo menos 20 enfermeiros.
O hospital do Dando, com capacidade de 30 camas, conta com serviços de enfermaria, pediatria, medicina geral, ginecologia, cirurgia e obstetrícia.
“Apesar das dificuldades de vária ordem, felizmente temos medicamentos suficientes para atender as patologias mais frequentes na região, como por exemplo a malária, sarampo, infecções respiratórias agudas, gastrite, conjuntivite e doenças sexualmente transmissíveis”, referiu a administradora.
No primeiro semestre do ano, acrescentou, o banco de urgência do hospital registou a entrada de 2.450 pacientes, 69 dos quais tiveram de ser internados.


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