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José Luís Mendonça defende construção da memória colectiva

O escritor José Luís Mendonça defendeu esta quinta-feira (28) que Angola deve aproveitar os traços da nova história pós-independência para construir a memória colectiva com abrangência pluriétnica, multinacional e racial.

28/10/2021  Última atualização 19H20
© Fotografia por: Garcia Mayatoko

O escritor José Luís Mendonça defendeu esta quinta-feira (28) que Angola deve aproveitar os traços da nova história pós-independência para construir a memória colectiva com abrangência pluriétnica, multinacional e racial.

O também jornalista fez estas declarações durante um ciclo de palestras realizado na província do Zaire, promovido pelo Centro de Estudos para Boa Governação (UFOLO), quando dissertava sobre a morte de Kimpa Vita: Reflexão do dia da cultura angolana”.

José Luís Mendonça sugeriu, também, a necessidade de revisão dos pressupostos de indicação de uma data para celebrar uma efeméride nacional, consubstanciada no poder simbólico, abrangência colectiva, o valor histórico-cultural e o mérito da causa.

"O dia da cultura nacional é uma destas efemérides ou datas de abrangência, simbolismo e historicidade relevante, que deve merecer um estudo mais aprofundado, assente nos dados da própria história”, disse.

Na visão de José Luís Mendonça, a data da morte na fogueira da profetiza Kimpa Vita (2 de Julho), devia ser considerada dia nacional da cultura, pela magnitude das suas acções, com repercussões políticas, religiosas e culturais a nível da África Austral.

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