Sociedade

José Cola: O defensor dos fotógrafos

A morte de José Cola, fotojornalista da Edições Novembro, ocorrida no domingo, por doença, continua a despertar, entre várias entidades privadas e colectivas, sentimentos de profunda consternação e dor.

16/09/2021  Última atualização 09H40
© Fotografia por: DR
Em função do desaparecimento físico de José Cola, o Ministério da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria juntou-se a esse momento de luto, e endereçou uma mensagem de condolências.

Na mensagem, refere que "nesta hora de dor e luto, em nome dos oficiais, sargentos, praças e funcionários do Ministério da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, particularmente do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa, curvamo-nos perante a memória do malogrado”.

O Ministério apresenta, ainda, ao Conselho de Administração da Edições Novembro e, por este intermédio, à família enlutada, a expressão de sentidos pêsames, pelo infausto acontecimento.

O Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM) endereçou, igualmente, uma mensagem ao Conselho de Administração da Edições Novembro, manifestando que "a notícia da perda de mais um profissional da Comunicação Social deixou-nos profundamente condoídos e deixa-nos muitas saudades”.

Na mensagem, o CIAM salienta que a dor é ainda maior, sobretudo, quando, há poucos dias, houve a oportunidade de ter José Cola em companhia de colegas, aquando das reportagens sobre a actualização da pandemia da Covid-19, no Auditório Aníbal de Melo.

"O colectivo de trabalhadores do CIAM expressa, ainda, que a morte de José Cola deixa um vazio à classe jornalística nacional, que perde um valioso defensor dos repórteres de imagem de Angola”.
A Edições Novembro recebeu, ainda, mensagens de condolências da Direcção de Comunicação Institucional e Imprensa da Polícia Nacional e do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.

No âmbito das cerimónias fúnebres do fotojornalista, ontem, à noite, houve missa de corpo presente em sua residência, em Viana, devendo o corpo de José Cola chegar, esta manhã, ao Velório da Polícia (bairro Calemba), de onde parte para o Cemitério de Sant’Ana.

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