Sociedade

Jornalistas querem maior representatividade feminina

A nova coordenadora do Fórum das Mulheres Jornalistas para Igualdade no Género (FMJILG), Ermelinda da Costa, destacou, quarta-feira (13), a necessidade de uma maior representatividade feminina em cargos de direcção e chefia dos órgãos de comunicação social públicos e privados.

14/10/2021  Última atualização 09H55
© Fotografia por: DR
Em declarações à Angop, no final da cerimónia de tomada de posse dos novos integrantes da organização, eleitos no dia 9 do corrente mês,  a coordenadora afirmou que o Fórum pretende trabalhar com os  órgãos de comunicação social públicos e privados, no sentido de proporcionar maior equidade no sector.

Ermelinda da Costa avançou que, além dos trabalhos desenvolvidos em prol da mulher jornalista, a organização está comprometida com a questão da violência  em situação de vulnerabilidade. "Nós procuramos ir ao encontro destas mulheres e fazer ouvir a sua voz perante a sociedade”, referiu.

A responsável revelou que o Fórum trabalha em vários projectos, envolvendo as mulheres das comunidades rurais, sobretudo as que estão na área de exploração mineira.

O director nacional de Informação e Comunicação Institucional do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), António de Sousa, referiu que o órgão de tutela está atento às preocupações da classe, ligadas ao aumento do número de mulheres nos órgãos de decisão.

Destacou o contributo da organização para a coesão, a unidade e o fortalecimento dos interesses comuns de toda a classe jornalística.

Foram, igualmente, empossados  para os cargos de direcção da organização, Madalena Alexandre, Josina de Carvalho e Emília Rita, para Projectos, Área Administrativa e Finanças  e  Promoção e Igualdade de Género, respectivamente.

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