Política

João Lourenço deixa o Ghana depois de uma visita de dois dias

O Presidente da República, João Lourenço, deixou, esta quarta-feira (4), o Ghana, de regresso a Angola, depois de uma visita de Estado de dois dias, durante a qual desenvolveu intensa agenda política e de captação de investimentos para o país.

04/08/2021  Última atualização 12H44
Presidente da República, João Lourenço

Durante a estada no Ghana, país localizado na África Ocidental, João Lourenço encontrou-se em privado com o seu homólogo, Nana Akoufo-Addo, assistiu à assinatura de um Memorando de Intenções, entre os dois países, e participou num fórum de negócios e investimentos sobre Angola.


Negócios

No fórum de negócios, onde proferiu um discurso de apelo e incentivo ao investimento em Angola, que decorreu na sede da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), participaram homens de negócios do Ghana, Egipto, Senegal, Nigéria, Emirados Árabes Unidos, entre outros convidados.

Homenageou o pan-africanista e pai da independência do Ghana, Kwame Nkrumah, com a deposição de uma coroa de flores, no Mausoléu em sua memória, tendo igualmente plantado uma árvore no Parque das instalações.

O Presidente da República, acompanhado da Primeira-Dama, Ana Dias Lourenço, e sua delegação foi ainda agraciado com um jantar oficial, durante o qual proferiu um discurso em que recordou os laços históricos que unem os dois países.

João Lourenço discursou também numa sessão especial do Parlamento ghanense e concedeu audiências a diversas entidades.

Nas suas três intervenções, o Chefe de Estado angolano enfatizou a necessidade de se imprimir uma nova dinâmica às relações bilaterais, entre os dois países, assim como defendeu que deve incentivar e impulsionar o mercado livre comercial em África.

Apelou para que todos os países tenham acesso as vacinas contra a Covid-19, permitindo que o mundo saia da pandemia em igualmente de condições e circunstâncias.

O Ghana foi a última etapa da digressão de João Lourenço, iniciada a 27 de Julho último, com visitas de Estado à Turquia e à Guiné.

 

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