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João Baptista Borges destaca capacidade tecnológica da China em África

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A capacidade técnica e tecnológica da China é uma das áreas importantes que tem proporcionado vantagens e benefícios aos países africanos, em particular, no domínio das infra-estruturas conectividade.

20/06/2024  Última atualização 10H28
© Fotografia por: Cedida
O facto foi manifestado, esta quinta-feira, em Macau, República Popular da China, pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, ao intervir no "Décimo Quinto Fórum Internacional sobre Investimento e Construção de Infraestruturas”.

Segundo o ministro, o Programa Estratégico "Belt and Road” da China tem promovido a industrialização do continente africano, com um impacto relevante na concretização da agenda africana 2063 para o desenvolvimento sustentável.

O governante angolano recordou que há pouco menos de um ano, Angola celebrou o quadragésimo aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas com a República Popular da China, como ponto mais alto da coexistência e cooperação fraterna.

João Baptista Borges destacou ainda que a China tem apoiado Angola desde o fim do conflito armado o processo de reconstrução e desenvolvimento nacional, mantendo-se, assim, imprescindível a participação do investimento chinês em Angola, no sector de Energia e Águas. 

Dirigindo-se, também, aos potenciais investidores ou financiadores, o ministro sublinhou que Angola, no âmbito do seu Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027, alinhado com a Agenda de Longo Prazo 2050, prevê atingir uma capacidade instalada de 9.000 MW até ao ano de 2027, uma taxa de electrificação de 60%, num investimento total de cerca de 23.02 mil milhões de dólares.

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