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Itália pede à UE planos de acção para migrações

O Primeiro-Ministro italiano, Mario Draghi, pediu, ontem, à União Europeia (UE) “planos de acção claros para as migrações, com financiamento adequado e com a mesma prioridade para todas as rotas do Mediterrâneo”.

21/10/2021  Última atualização 06H40
© Fotografia por: DR

Na véspera de mais uma cimeira dos chefes de Estado e de Governo da UE, Draghi acrescentou que estes planos devem ser colocados em prática rapidamente. "É fundamental que a Comissão Europeia (CE) apresente já, neste Conselho Europeu, planos de acção claros, adequadamente financiados e com a mesma prio-

ridade para todas as rotas do Mediterrâneo, incluindo a do Sul”, afirmou, durante uma intervenção no Senado.
Draghi, que recebeu aplausos ao assegurar que "neste Verão a Itália continuou a cumprir as suas obrigações de resgate marítimo internacional” para defender os valores europeus de solidariedade e acolhimento”, considerou ainda que a Europa deve fazer mais para promover canais de imigração legais. "O  Conselho Europeu de Junho passado se comprometeu a tra-

balhar com os países de origem e de trânsito, em cooperação com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM)”.

A este respeito, o líder italiano referiu dois dos compromissos programados que expiram neste Outono, no-meadamente a apresentação de planos de acção para os países prioritários que devem incluir objectivos, medidas de apoio e calendários precisos e um relatório ao Conselho sobre as melhores utilizações possíveis de, pelo menos, 10 por cento dos fundos do Instrumento de Vizinhança, De-senvolvimento e Cooperação Internacional.

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