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Itália exige passaporte sanitário a trabalhadores

O Primeiro-Ministro italiano, Mario Draghi, assinou, ontem, um decreto com as normas sobre a obrigatoriedade de os funcionários públicos exibirem o passe sanitário a partir de 15 de Outubro nos locais de trabalho, medida que também afectará o sector privado.

13/10/2021  Última atualização 09H10
© Fotografia por: DR
O Certificado Covid-19 indica que o seu portador recebeu pelo menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus, ultrapassou a doença ou foi submetido a um teste com resultado negativo nas horas prévias à sua apresentação.

A partir de sexta-feira, todos os trabalhadores públicos e privados terão de mostrar este "passe covid”, e caso não o possuam ficam impedidos de acesso ao seu local de trabalho ou arriscam multas entre 600 e 1.500 euros.

Os dias que decorrem até justificarem que possuem o "passe covid” são considerados como ausência injustificada, incluindo os dias feriados ou de descanso semanal, apesar de estar excluída a hipótese de despedimento pelo facto de não possuírem passaporte sanitário. A medida estará em funcionamento pelo menos até ao final de 2021.

O controlo deve ser diário e estará a cargo de funcionário que a empresa designará como responsável para essa função.

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