Economia

Inflação de Julho foi a mais baixa do ano

A inflação mensal de Julho desacelerou em 0,03 pontos percentuais, para 0,81 por cento, representando a taxa mensal mais baixa do ano, de acordo com o Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN), publicado, este sábado, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

14/08/2022  Última atualização 06H00
Preços dos alimentos deixam de figurar entre os que determinam a evolução da inflação © Fotografia por: DR

Os dados do IPCN de Julho dizem que a inflação também desacelerou em termos homólogos (comparando o mês de Julho com o mesmo mês do ano passado), registando-se um decréscimo de 4,32 pontos percentuais, para 21,40 por cento.

O INE adiantou que as principais variações ocorreram na classe "Educação”, onde os preços aumentaram 3,50 por cento, "Vestuário e calçado” (1,68), "Saúde” (1,64) e "Bebidas alcoólicas e tabaco” (1,40).

As províncias que registaram menor variação nos preços foram Moxico, com 0,57 por cento, Uíge (0,62) e Namibe (0,68), enquanto as que registaram maior variação nos preços foram Zaire (1,19), Cunene ( 1,16) e Cuanza-Norte (1,06).

No Moxico, a inflação foi influenciada pelos aumentos verificados na classe "Comunicações”, onde os preços acumularam ganhos de 1,18 por cento, além da evolução observada na classe "Lazer, recreação e cultura”, com 0,87, "Transportes”, com 0,80, e "Vestuário e calçado”, com 0,72.

No Zaire, o IPC registou uma variação de 1,19 por cento, em Julho, sob a influência dos aumentos registados na classe "Hotéis, cafés e restaurantes”, onde os aumentos chegaram a 2,62 por cento, bem como nas classes "Bebidas alcoólicas e tabaco”, com 2,47, "Saúde”, 2,24, e "Vestuário e calçado”, 2,18.

Em Luanda, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma variação de 0,71 por cento durante aquele mês, menos 0,05  pontos percentuais face a Junho, enquanto, em termos homólogos, regista-se uma desaceleração na taxa de variação de 1,57 pontos percentuais.

 A classe "Educação” foi a que registou o maior aumento de preços, com 5,73 por cento, destacando-se, também, os aumentos dos preços verificados nas classes "Bebidas alcoólicas e tabaco”, com 1,93, "Vestuário e calçado”, com 1,82, e "Saúde ”, com 1,77. 

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