Economia

Incentivado combate à pesca ilegal no país

Edna Mussalo

Jornalista

O Executivo angolano reconhece, até ao momento, uma crescente consciência nacional em relação a pesca ilegal, a poluição dos mares e o despejo directo de resíduos, práticas que devem ser desincentivadas e mobilizados os recursos para a protecção e defesa das espécies marinhas.

01/12/2021  Última atualização 11H30
© Fotografia por: DR
Quem o disse foi a secretária de Estado para as Pescas, Esperança Costa, quando discursava, ontem, na Escola Nacional de Administração e Políticas Pública (ENAPP), em Luanda, na abertura do Conselho Técnico Científico e de Gestão Integrado dos recursos Aquáticos, do Ministério da Agricultura e Pescas.
Segundo Esperança Costa, o Governo está engajado em medidas sustentáveis para o desenvolvimento da economia azul. Conforme explicou, os objectivos avançados são os delineados pelo Executivo, que determina para o sector resposta efectiva aos desafios específicos plasmados no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN 2018-2022).

"Assim como cresce a preocupação pelo desenvolvimento da economia azul, cresce também a consciência da necessidade de enfrentar a pesca ilegal, a poluição e o despejo directo de resíduos", afirmou. 

Esperança Costa fez saber, de igual modo, ser preocupação do Ministério da Agricultura e Pescas as questões como as alterações climáticas que se propagam aos sistemas aquáticos e impõem limitações ao desenvolvimento aos sistemas alimentares, à saúde dos ecossistemas e ao desenvolvimento sustentável.

Lembrou que a COP 26 realizada em Outubro em Glasgow, na Escócia, debruçou-se sobre os desafios  do planeta contra o aquecimento global.

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