Economia

IGAPE alarga prazo para as propostas

O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) fez saber, na última sexta-feira, em Luanda, do alargamento de 23 para 25 deste mês dos prazos de apresentação de propostas referentes à terceira vaga das unidades industriais localizadas na Zona Económica Especial .

18/10/2021  Última atualização 09H48
© Fotografia por: DR
Segundo justifica, o prazo estipulado encerra num sábado, pelo que faz todo sentido ser o mesmo transferido para o primeiro dia útil da semana imediatamente a seguir a data prevista.

Diante deste quadro funcional, detalha em nota a que o Jornal de Angola teve acesso, no dia 26, pelas 14h30, a Comissão de Negociação para a Privatização das Unidades Industriais realizará o Acto Público de Abertura virtual das propostas recebidas.

Fazem parte do lote em privatização 16 unidades, designadamente Angolacabos (indústria de cabos de fibra óptica); Angtor (indústria de torneiras); Betonar (indústria de artefactos de betão); Bombágua (indústria de bombas de água); BTMT (indústria de aparelhagem de baixa e média tensão); Fundinar (indústria de fundição de ligas metálicas); Inducabos (indústria de cabos eléctricos); Indugalv (indústria de galvanoplastia); Indulouças (indústria de louças sanitárias); Indumassas (indústria de massas alimentares); Indupame (indústria de pavilhões metálicos); Indusplastic (indústria de plásticos); Indutubo (indústria de tubos de HDPE); Infer (indústria de ferragens); Matelétrica (indústria de materiais eléctricos de baixa tensão) e Ninhoflex (indústria de colchões).

A Zona Económica Especial (ZEE) é o maior complexo industrial do país. Trata-se de um investimento público e sob tutela institucional do Ministério da Economia e Planeamento, mas com autonomia funcional. Foi criada a 13 de Outubro e tem, actualmente, um Conselho de Administração liderado por António Henriques da Silva.

Já o Programa de Privatizações (PROPRIV) está sob condução do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), afecto ao Ministério das Finanças. Até ao momento, foram privatizados, em dois anos, 43 activos, num universo de 195 empreendimentos abrangidos. O Programa tem o seu termo previsto para 2022.

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