Economia

IGAE defende código de conduta nas empresas

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), (Eni, Chevron, Sonangol, BP e Total) anunciaram, quinta-feira, que a Decisão Final de Investimento (FID) para o desenvolvimento dos campos Quiluma e Maboqueiro (Q&M), no primeiro projecto de desenvolvimento de gás não associado de Angola.

29/07/2022  Última atualização 10H10
© Fotografia por: DR

O projecto inclui duas plataformas offshore, uma fábrica de processamento de gás e uma ligação à fábrica de LNG para a comercialização de condensado e gás. As actividades de execução do projecto deverão começar em 2022, com um primeiro gás planeado para 2026.

O documento indica que o Projecto, denominado Q&M, é um marco importante para desbloquear novas fontes de energia não desenvolvidas, sustentando um fornecimento fiável de gás à fábrica de GNL de Angola e promovendo o contínuo desenvolvimento económico e social do país.

O apoio prestado pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, bem como por todos os demais Ministérios envolvidos e pela ANPG, a Concessionária Nacional, foi essencial para desbloquear esta nova fase do desenvolvimento do gás offshore angolano. Neste aspecto, o estabelecimento de um regime jurídico e fiscal aplicável às actividades a montante e à venda de gás natural em Angola foi um elemento fundamental para o projecto.

De acordo com responsáveis da Eni Angola, "os parceiros do NGC, com o apoio das autoridades competentes, continuarão a prosseguir a promulgação de todas as aprovações contratuais e regulamentares enquanto trabalham na adjudicação dos principais contratos de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) que darão início à fase de construção”.

Para o pioresidente da ANPG, Paulino Jerónimo, "esta é uma decisão histórica, com a qual a Concessionária Nacional se congratula, porque a partir dela a exploração do gás em Angola assumirá seguramente outra relevância e uma nova dinâmica. A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis tudo fará para que o gás se assuma no nosso país como um negócio sustentável e rentável para os investidores”.

O Novo Consórcio de Gás é composto pela Eni (26,6 por cento, operador), Chevron (31,), Sonangol (19,8), BP (11,8) e Total (11,8).

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