Economia

IFC indica director para quatro países

A Corporação Financeira Internacional, IFC na sigla em inglês, do grupo Banco Mundial, nomeou um novo representante para Angola, Botswana, Moçambique e Zâmbia, comunicou, ontem, em nota às redacções.

21/07/2021  Última atualização 08H20
Grupo Banco Mundial © Fotografia por: DR
Trata-se do luso-brasileiro Carlos Katsuya, cujo escritório de permanência fica em Luanda, mas vai representar também o IFC nos outros três países com o objectivo de fortalecer o sector privado, gerar mais empregos e criar oportunidades de desenvolvimento, além de ajudar a economia e a sociedade a recuperarem-se dos danos da Covid-19.

Conforme detalham em nota, o foco do IFC em Angola, Botswana, Moçambique e Zâmbia inclui o suporte a estes países na diversificação das economias, auxílio ao desenvolvimento do sector de infra-estruturas, através da promoção do crescimento sustentável, principalmente por via de projectos focados na digitalização da economia de inclusão social e digital, bem como o suporte à produtividade agrícola.

"Está mais claro do que nunca o papel primordial que o sector privado deve desempenhar no processo de recuperação da Covid-19. Vou trabalhar com os parceiros tanto do sector público quanto privado em Angola, Botswana, Moçambique e Zâmbia para garantir um crescimento sustentável e inclusivo, capacitar as pequenas empresas e empreendedores, pela geração de mais oportunidades de trabalho para os jovens; apoiar a recuperação em linha com a preservação do meio ambiente e promover uma economia mais justa”, disse.

O IFC, do Grupo Banco Mundial, é a maior instituição global de desenvolvimento voltada para o sector privado nos mercados emergentes. Trabalha em mais de 100 países e usa o seu capital, conhecimento técnico e influência para criar mercados e gerar oportunidades nos países em desenvolvimento.
Segundo dados, no exercício financeiro de 2020, investimos 22 mil milhões de dólares em empresas privadas e instituições financeiras nos países em desenvolvimento, alavancando o poder do sector privado para erradicar a pobreza extrema e aumentar a prosperidade.

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