Economia

Huambo carece de 20 fiscais

Vinte novos fiscais são necessários para contrapor a elevada exploração ilegal de madeira e o abate indiscriminado de árvores nos polígonos florestais da região, indicou o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) na província do Huambo.

14/06/2022  Última atualização 11H45
© Fotografia por: DR

A preocupação foi manifestada esta segunda-feira pela directora local do IDF, Brígida Cândido, tendo precisado que, neste momento, o sector possui apenas quatro fiscais, cifra bastante insuficiente para controlar as florestas dos 11 municípios da província.

Esta situação, diz a responsável, torna o serviço de fiscalização florestal precário, facilitando, deste modo, a actividade dos madeireiros e outros indivíduos que praticam o corte indiscriminado de árvores nos polígonos florestais. Brígida Cândido disse que a instituição regista, diariamente, a movimentação de vários camiões carregados de madeira, na sua maioria explorada de forma ilegal ou com licenças vencidas. Lembrou que a situação se arrasta há anos, com as espécies de eucalipto e pinheiros a serem as mais visadas.

Apontou as comunas do Chiumbo (Cachiungo), Cuíma (Caála) e Cacoma (Ucuma), como as localidades com maior foco de exploração ilegal de madeira e abate indiscriminado de árvores, causadas elevadas perdas financeiras ao Estado.

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