Política

Homenageados primeiros países que reconheceram Angola

Alberto Quiluta

Jornalista

Um total de 18 países, que muito cedo reconheceram a independência de Angola, dos quais dois da América do Sul e Latina, 11 de África e cinco da Europa, foram homenageados, esta quinta-feira(15), em Luanda, pela Associação dos Especialistas Angolanos em Relações Internacionais (AEARI).

26/11/2021  Última atualização 08H25
© Fotografia por: DR
Dos homenageados, constam países como a República Federativa do Brasil, Itália, Marrocos, Suécia, Sérvia, Tanzânia, Ghana, Rússia, Cuba, Países Baixos, Argélia, Nigéria, Guiné-Conacri, Guiné Bissau, República Democrático do Congo (RDC), Congo Brazaville, Líbano e Moçambique.
Segundo o presidente da AEARI, Adelino Sebastião, que falava no acto de reconhecimento, o objectivo de homenagear os primeiros países  que reconheceram a independência de Angola que  enquadra-se no âmbito do papel que estes desempenharam no processo de alcance da independência. 

Afirmação, acrescentou, é a consolidação da Independência de Angola, que obedeceu ao advento do surgimento do Estado democrático e de Direito, que ajudou a aprofundar e reforçar, até hoje, as relações recíprocas entre os povos.

Em representação da governadora da província de Luanda ao acto, o vice-governador para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas, Cristino Mário Ndeitunga, explicou que  a política externa de Angola inicia antes do alcance da independente, mas lembrou, que este processo obedeceu quatro fases distintas.

O vice-governador disse, igualmente, que o ambiente político nacional e internacional permitiu que houvesse, durante os últimos anos, a recuperação das infra-estruturas nacionais, muitas das quais edificadas na base de parcerias externas estratégicas e adequadas ao contexto do país. 

"A história foi marcada por vários momentos. Aproveitamos esta oportunidade para agradecer a todos os países que muito cedo reconheceram Angola como um Estado independente", disse.   

Cristino Mário Ndeitunga realçou, que aposta nos sectores ligados aos investimento externo e o combate à corrupção, via mudanças profundas no quadro normativo fiscal e no investimento privado, bem como a nova posição geopolítica que o país detém, podem tornar possível as aspirações do desenvolvimento do povo.
Brasil destaca-se na história 

Para o embaixador do Brasil em Angola, Rafael Vidal, ser o primeiro país a reconhecer a independência de Angola é um marco importante na história, valorizando a homenagem feita ao seu país. "Passaram décadas e não acontecia um acto igual", lembrou.

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