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Guiné Equatorial rejeita sanções do Reino Unido

A Guiné Equatorial rejeitou, ontem, as sanções financeiras “unilaterais e ilegais” impostas pelo Reino Unido ao Vice-Presidente, Teodoro Mangue “Teodorin”, por “corrupção” e “desvio de fundos públicos”.

25/07/2021  Última atualização 05H40
© Fotografia por: DR
Num "comunicado de repulsa”  publicado na rede social Facebook, citado pela Efe, o Ministério dos Assuntos Exteriores e da Cooperação da Guiné Equatorial manifesta "enérgica repulsa” do Governo às sanções "juridicamente infundadas” e exige que sejam levantadas com "a maior brevidade possível”, entendendo as sanções - que incluem a proibição de viajar fora do país e o congelamento de activos - como um "gesto inamistoso” por parte do Governo britânico. Segundo o documento, Teodoro Mangue "nunca realizou qualquer investimento no Reino Unido”, assim como "nunca teve nenhum processo judicial no Reino Unido ou Guiné Equatorial por nenhum motivo, muito menos por má utilização de fundos públicos”.

"As sanções sem fundamento impostas pelo Governo britânico têm a sua justificação em manipulações, mentiras e iniciativas malévolas que promovem certas Organizações Não Governamentais contra a boa imagem da Guiné Equatorial e dos seus representantes legítimos, nas quais, infelizmente, se basearam alguns Estados para levar a cabo processos judiciais contra Sua Excelência Vice-Presidente da República”, refere.

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