Economia

Governo decide aliança às empresas para elevar qualidade das infra-estruturas

O Governo decidiu trabalhar com as empresas do sector da Construção para melhorar as infra-estruturas no país, disse, sexta-feira, em Luanda, o director nacional de Infra-estruturas Urbanas do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território (Minopot), Fernando Francisco.

27/11/2022  Última atualização 08H41
Estado conta com privados para elevar qualidade das obras © Fotografia por: DR

Ao discursar na abertura da 1ª Sika Summit, realizada sob o tema "Desafios e Tendências na Construção em Angola”, o director nacional considerou, citado pela Angop,  necessário partilhar a visão para o futuro do sector da Construção.

Fernando Francisco frisou que encontros daquela natureza permitem obter perspectivas para contribuir ao desenvolvimento do sector, manifestando abertura e disponibilidade do Departamento Ministerial paratrabalhar com as empresas do sector.

Num outro momento, o director-geral da Sika Angola, Ricardo Rocha, entende ser necessário apostar mais no sector para que o país tenha obras com mais qualidade e sustentabilidade, principalmente na construção de hospitais, estações de tratamento de água e todas as infra-estruturas para desenvolver a economia do país. 

Disse ser importante ter um sector da Construção que, nos próximos anos, tenha mais qualidade e "pernas para andar, pois existe vontade política para desenvolver o país”.

Ricardo Rocha reconheceu o esforço desenvolvido pelo Governo para o desenvolvimento do  sector, mas, insistiu, "é importante existir normalização do sector, bem como normas angolanas para os materiais e para a construção, o que vai fazer com que aumente a qualidade da construção”, acrescentou. 

De acordo com o responsável, as fábricas do sector estão a trabalhar a 40 por cento da capacidade, por falta de mercado, apesar de terem mão-de-obra e equipamentos disponíveis.

Por seu turno, o director-geral da Fabrimetal, Luís Diogo, destaca que os principais desafios do sector estão relacionados com a qualidade e sustentabilidade. O país produz o suficiente, mas, doravante, tem de aliar a quantidade à qualidade, a alcançar a sustentabilidade.

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