Política

“Galo Negro” pede acções para captura de agressores

O Grupo Parlamentar da UNITA defende acções do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e de outros órgãos de Defesa e Segurança para a captura dos agressores da cidadã Ludmila Pinto, esposa do jornalista e activista Cláudio Emanuel Pinto, vítima de três ataques com armas brancas na centralidade do Kilamba (KK 5000 e Supermercado Kero).

24/11/2022  Última atualização 09H36
“Galo Negro” pede acções para captura de agressores © Fotografia por: DR
As declarações foram proferidas ontem, em Luanda, pelo presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, Liberty Chiyaka, na sequência do esfaqueamento, segunda-feira, 21 de Novembro, de Ludmila Pinto, esposa do jornalista e activista Cláudio Emanuel Pinto.

"O Grupo Parlamentar da UNITA exige dos órgãos de Defesa e Segurança uma postura republicana alinhada à defesa dos interesses das pessoas, das famílias, das empresas e dos investidores", esclareceu na última terça-feira.

Sobre os incidentes que ocorreram com a mulher do jornalista, Liberty Chiyaka revelou que a mesma foi vítima de três atentados físicos em ocasiões distintas. Na primeira tentativa, disse, dois homens armados e mascarados invadiram a residência do casal Cláudio e Ludmila por volta das 18 horas de 20 de Setembro, numa altura em que o marido se encontrava fora de casa.

Os agressores, segundo Liberty Chiyaka, torturaram, agrediram e cortaram os braços da esposa do jornalista. Acto contínuo, ameaçaram matar o filho de apenas 1 ano.

 O segundo ataque, de acordo com Liberty Chiyaka, aconteceu quando a esposa do jornalista, por recomendação de uma psicóloga, estava a frequentar aulas de yoga num ginásio próximo de casa, no Kilamba KK 5000, quando um homem se aproximou rapidamente e a feriu na perna com um objecto cortante.

Como consequência, Ludmila Pinto levou 5 pontos. O segurança que a acompanhava não conseguiu evitar o ataque. Quanto ao terceiro ataque, de acordo ainda com o deputado, aconteceu às 10h40, quando a esposa do jornalista saía de casa acompanhada pelo segurança Elias com destino ao Supermercado Kero, do Kilamba.

Ao sair do Kero do Kilamba, por volta das 10h40, segundo o deputado, Ludmila Pinto, ao entrar no táxi privado para voltar para casa, deu conta que a sua roupa estava ensanguentada e tinha um corte profundo na coxa esquerda. Ludmila, nas circunstâncias em que se encontrava, ligou para o esposo e foram imediatamente para a clínica Estoril, no Patriota, onde levou 15 pontos na coxa esquerda.

Diante dos factos, o presidente do Grupo Parlamentar da UNITA aconselha a Polícia de Investigação Criminal, os serviços de informação e a Procuradoria-Geral da República a envidarem esforços para a captura dos autores do crime, visto que a defesa da vida é uma prioridade do Estado angolano.

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