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Francisco da Cruz: "ZCLCA deve estar alinhada com políticas fiscais dos Estados africanos"

JA Online

O Representante Permanente de Angola junto da União Africana (UA), Francisco da Cruz, defendeu, esta quinta-feira, que "a implementação da ZCLCA deve estar alinhada com as políticas fiscais dos Estados Africanos".

29/09/2022  Última atualização 23H20
© Fotografia por: DR | Arquivo

O embaixador angolano que falava na 9ª Reunião do Comité de Representantes Permanentes da União Africana (COREP), realizada em formato digital, frisou que estas políticas devem incidir particularmente em sectores que são fundamentais para o comércio internacional como a Indústria Transformadora, Agricultura, Serviços, Energia Renovável, entre outros.

 

Francisco da Cruz defendeu, igualmente, que a evolução da ZCLCA pode contribuir para uma maior resiliência do continente face aos choques económicos presentes e futuros e que "mitigando os efeitos negativos da Covid-19, incentivando o comércio regional com a redução de custos comerciais e promovendo reformas para suster a integração e o crescimento de África tal será possível”.

 

"A pandemia da Covid-19 demonstrou a necessidade estratégica de uma maior cooperação entre os Estados africanos e com os seus parceiros internacionais, bem como ao encorajamento de uma estreita complementaridade do Secretariado da ZCLCA com as oito Comunidades Económicas Regionais no desenvolvimento e implementação de posições comuns de política fiscal e medidas de facilitação do comércio entre Estados Africanos", realçou.  

 

Para o diplomata, a Zona de Comércio Livre Continental representa uma oportunidade única para os Estados Africanos impulsionarem o comércio intra-africano, a inclusão económica e aumentarem o valor acrescentando e adoptando reformas para um incremento do seu acesso aos mercados de exportação de África. 

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