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França propõe sanções contra a Junta no Mali

O chefe da diplomacia francesa, Jean-Yves Le Drian, defende sanções em linha com as adoptadas pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.

14/01/2022  Última atualização 06H10
© Fotografia por: DR
"Vamos propor e apoiar as decisões” anunciadas no domingo pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental  (CEDEAO), disse Jean-Yves Le Drian numa entrevista à agência France-Press. A França ocupa actualmente a presidência da União Europeia.

A CEDEAO decretou, no domingo, o encerramento das fronteiras com o Mali e um embargo comercial e financeiro. A organização regional critica o plano da Junta Militar de continuar a liderar o país durante, pelo menos, cinco anos, em vez de organizar eleições em Fevereiro, como prometera.

Na terça-feira, a Junta Militar pediu aos malianos que se manifestassem contra essas sanções, assumindo-se aberta ao diálogo.
"A situação no Mali e no Sahel é um assunto africano e europeu, não se trata de uma questão franco-maliana”, disse Le Drian, referindo-se à participação de 10 países europeus no contingente de forças especiais Takuba destacadas no Mali.

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