Cultura

Fernando Pacheco faz estreia na literatura

Maximiano Filipe | Benguela

Jornalista

O engenheiro agrónomo Fernando Pacheco lançou, sábado, em Benguela, os livros “Conversas Interpelantes na Mulemba” e “Crónicas da Nossa Terra”.

28/11/2022  Última atualização 10H27
Fernando Pacheco © Fotografia por: DR
O acto de lançamento marca a estreia do autor no universo da escrita literária, quer em Benguela, quer noutras províncias.

As obras abordam, entre outros aspectos, diversas ideias sobre o desenvolvimento das comunidades, analisa propostas do Executivo, que visam resolver os problemas  económicos e sociais nas comunidades, por meio de textos literários.

Segundo o autor, as obras, permitem, também, conferir aos jovens de diversos estratos sociais uma ampla visão que lhes permita encontrar caminhos e respostas para os seus anseios.

Para se chegar a bom porto, "é preciso que a juventude tenha como ponto de partida, a formação académica, técnica e profissional, no sentido de poder contribuir na estabilidade democrática que se vive”, argumentou o autor.

O livro "Conversas Interpelantes na Mulemba” tem 333 páginas e é uma obra editada, pela primeira vez, em Maio do corrente ano, com uma tiragem de 500 exemplares.

"Crónicas da Nossa Terra” é um livro que teve igual número de tiragem, 500 exemplares, surge, também, pela primeira vez, editada no passado mês de Maio do ano em curso.

O acto de lançamento das duas obras teve lugar na sala de Conferências da UNTA e juntou membros da cultura, docentes universitários, líderes das organizações da sociedade civil e não-governamentais.

Para o professor universitário Tuca Manuel são obras que vêm despertar a sociedade, sobretudo os estudiosos, outra maneira de organização das comunidades e das instituições, porque trazem instrumentos importantes que permitem aos amantes da leitura, adicionar um valor científico no domínio do saber.

A directora da ADRA - Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente, Antena Benguela, Cecília Quitombe, considerou ser um grande ganho, visto que as obras podem ajudar a compreender melhor sobre a vivência nas comunidades, assim como, mitigar políticas públicas para o seu melhoramento.

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