Sociedade

“Feira da Saúde” assiste população de Kima Kieza

Centenas de famílias do bairro 11 de Novembro, no Distrito Urbano de Kima Kieza, no Cazenga, beneficiaram, ontem, de assistência médica e medicamentosa gratuita, no âmbito da “Feira da Saúde”, promovida pela Igreja Teosófica Espírita, em parceria com o Centro Médico Graça Pura Esperança.

05/09/2019  Última atualização 09H47
Angop

A especialista em Medicina Familiar Isabel Ferreira disse que a feira, realizada no âmbito do projecto social da igreja, contribui para a resolução de alguns problemas de saúde de que muitas pessoas padecem.

Isabel Ferreira disse que, além do rastreio e consultas de várias patologias, a feira surge para incentivar as pessoas a efectuarem consultas preventivas.
“O objectivo da feira é dar vida ao adágio ‘mais vale prevenir do que remediar’”, explicou, sublinhando que o grande número de pacientes consultados prova que é necessário realizar mais acções do género.
Durante a feira, os casos de hipertensão, diabetes, obesidade, malnutrição, malária e doenças respiratórias agudas foram os que mais mereceram a atenção dos especialistas da saúde.
Além das consultas grátis, houve também uma sessão de aconselhamento, distribuição de medicamentos e de alimentação aos mais necessitados.
Para a líder da Igreja Teosófica Espírita, a profetisa Suzete João, a realização da feira demonstra o interesse em continuar a parceria com o Estado, através de acções que ajudam a mitigar os problemas sociais nas comunidades.
Suzete João informou que existe um vasto programa de apoio às comunidades na área da saúde e referiu que a actividade de ontem surgiu para dar resposta ao pedido do administrador do Distrito Urbano de Kima Kieza.
“Queremos estender a nossa mão às famílias carentes e, no quadro dos projectos sociais da igreja, vamos realizar um almoço de confraternização com os idosos do Cazenga”, disse.
O administrador de Kima Kieza, Esteves Machado, reconheceu a importância da feira e pediu aos organizadores para estenderem por mais alguns dias, tendo em conta o número de famílias carentes da zona.
“O distrito tem bairros recônditos onde a população clama por esses serviços. Então, queremos que a feira fique por mais alguns dias”, pediu, argumentando que é importante que haja mais iniciativas idênticas para minimizar os problemas de saúde da população.

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