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FAF apresenta queixa sobre tratamento no Gabão

A Federação Angolana de Futebol (FAF) anunciou hoje que apresentou uma queixa à Confederação Africana de Futebol (CAF) sobre tratamento de que foi alvo a Selecção Angolana de Futebol em Franceville, no Gabão.

15/10/2021  Última atualização 23H38
© Fotografia por: VIGAS DA PURIFICAÇÃO | EDIÇÕES NOVEMBRO

Segundo o director do Gabinete de Comunicação e Marketing da FAF, António Muaxilela, o órgão já tem em sua posse provas materiais que fundamentam o protesto.

"A Confederação Africana tem toda a informação, porque acompanharam e sabem de tudo o que se passou no Gabão, através de vídeos e imagens. Portanto, qualquer decisão pode ser tomada”, disse citado pela Lusa.

No domingo, dia 10 de Outubro, na chegada ao aeroporto de Franceville, no Gabão, a Selecção Angolana ficou retida, por mais de duas horas, numa sala sem climatização, e sem cadeiras, pelo facto de as autoridades gabonesas exigirem a realização de testes à Covid-19.

O facto foi considerado deplorável pela Federação Angolana de Futebol que, de entre vários pontos, exigiu a intervenção da Confederação Africana de Futebol e da FIFA.

Tudo aconteceu na sequência dos incidentes antes do jogo Angola-Gabão, em Luanda, que foi atrasado, por mais de uma hora e meia, devido à não realização dos testes à Covid-19 pela selecção gabonesa em território angolano.

Ainda assim, a FIFA decidiu-se pela realização do jogo, considerando válidos os testes que os gaboneses realizaram no seu país, dois dias antes do jogo, vencido por Angola por 3-1.

No jogo de domingo, para a 4.ª jornada do grupo F, em Franceville, os gaboneses venceram os angolanos por 2-0, um resultado que afastou, em definitivo os Palancas Negras de se qualificar para o Mundial2022.

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