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Exigido rigor na fiscalização do garimpo ilegal de ouro

Arão Martins | Lubango

Jornalista

O director Nacional do Corpo Especial de Segurança para Mineral Estratégico (CESME), Luciano da Silva, defendeu, terça-feira, rigor na fiscalização da actividade ilegal de garimpo de ouro, no município de Chipindo (456 quilómetros a leste da cidade do Lubango), província da Huíla.

25/06/2021  Última atualização 06H00
© Fotografia por: DR
Seguindo o responsável, que apresentou às autoridades administradores municipais de Chipindo, o engenheiro Marques Camulo, delegado regional do CESME, disse que é importante efectuar um estudo que visa determinar a proveniência da população que envereda por tais práticas.

Reconheceu que o garimpo de ouro já causou mortes e é preciso apertar o cerco aos garimpeiros ilegais. Destacou a importância de conhecer o espaço onde se faz garimpo e apurar os agregados populacionais que praticam tais actividades, entre outros.

O director Nacional do Corpo Especial de Segurança para Mineral Estratégico (CESME), Luciano da Silva, informou que a actividade de fiscalização da actividade mineral é crucial e visa defender e controlar, além da exploração ilegal dos recursos minerais preciosos naturais, proteger também a vida das pessoas.

Enquanto isso, a Administração Municipal de Chipindo, província da Huíla, está a intensificar o combate da venda ilegal de medicamentos e o exercício ilícito da medicina, por constituir crime.

O anúncio foi feito pelo administrador municipal local, Hélder Lourenço, ao falar no encontro com os quadros da saúde, que visou traçar estratégias de medidas operacionais, na criação de uma comissão multissectorial no sector da saúde, a fim de fiscalizar os postos de saúde privados que exercem ilegalmente a actividade e contrapor o internamento de pacientes em locais sem condições exigidas.

Garantiu que para o efeito, as autoridades competentes contam com a participação das autoridades policiais. Reconheceu que a inobservância dos parâmetros previamente estabelecidos pelas autoridades competentes colocam em risco a vida dos doentes.

De acordo com o administrador municipal de Chipindo, Hélder Lourenço, a venda de medicamentos tem regras e só deve ser feita por pessoas previamente reconhecidas e evitar que o acesso livre a remédios aumente o risco de automedicação e de intoxicações, pois a maioria desconhece os efeitos colaterais dos fármacos.

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