Política

Executivo reúne com os partidos políticos com assento parlamentar

O Executivo angolano vai reunir, hoje, com os partidos políticos com assento parlamentar para a prestação de informações sobre o processo de Registo Eleitoral Oficioso, num acto a decorrer no Gabinete de Gestão Documental e Biblioteca da Secretaria-Geral do Presidente da República.

12/05/2022  Última atualização 08H55
Ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República Adão de Almeida © Fotografia por: Agostinho Narciso | Edições Novembro

Em encontro a ser dirigido pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, e com a participação do ministro da Administração do Território, Marcy Lopes, será prestada uma informação sobre o processo de Registo Eleitoral Oficioso e o período de reclamações.

Na terça-feira, o ministro  Marcy Lopes afirmou que o processo de Registo Eleitoral Oficioso foi transparente, por ter sido fiscalizado por todos os partidos políticos legalizados, deixando claro que foi uma fiscalização que o Governo permitiu, para garantir a transparência do processo, e por se tratar de um procedimento novo.

Segundo o ministro, as pessoas poderiam não compreender bem a essência do processo e dizer que havia a pretensão de "esconder" os dados. Deste modo, permitiu-se aos partidos políticos fiscalizarem, de forma aberta, o processo.

 

Organização dos dados

Marcy Lopes reiterou que, durante este período, deputados de vários partidos políticos estiveram nos Balcões Únicos de Atendimento ao Público (BUAP) e interagiram com os operadores e cidadãos, de maneira geral, sem qualquer interferência.

Exemplificou que, na altura em que se fez a entrega do Ficheiro Informático dos Cidadãos Maiores provisório à CNE, "o MAT teve o cuidado de informar que se tratava de uma amostra, e que o número apresentado à Comissão Nacional Eleitoral poderia aumentar ou reduzir, em função de elementos que jogam um papel fundamental neste processo".

Referiu que, neste momento, o MAT está a descarregar vários dados na central de todas as brigadas que estiveram em lugares de difícil acesso, em sistema off line. Questionado se houve um aumento de cidadãos registados desde a entrega do ficheiro provisório à CNE, ocorrida a 28 de mês passado, o ministro disse que não é prudente fazê-lo agora. "A solução é aguardar até a entrega definitiva do Ficheiro Informático dos Cidadãos Maiores (FICM)", reforçou.

 

Comentários

Seja o primeiro a comentar esta notícia!

Comente

Faça login para introduzir o seu comentário.

Login

Política