Sociedade

Executivo prossegue ajuda às famílias mais vulneráveis

O Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher e o Governo da província de Luanda retomam hoje, no município de Icolo e Bengo, a distribuição de cestas básicas às famílias vulneráveis, no quadro das medidas adoptadas pela Comissão Interministerial de Resposta à Pandemia da Covid-19.

22/04/2020  Última atualização 10H05
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De acordo com a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, as ajudas serão extensivas ao município de Viana.
Faustina Alves referiu que até a data foram distribuídas cestas básicas às populações carenciadas da Lunda Sul, Cuanza-Norte, Cunene, Namibe, Bengo e Cabinda. Ao nível da província de Luanda, receberam apoios centros de acolhimento provisório e lares de crianças, num total de 1.200 beneficiários (crianças).
Um total de 2.100 cidadãos dos bairros Tio Mungo, Henda, Mundimba, no município de Viana e Distrito Urbano do Zango também beneficiaram de ajudas.
A ministra da Acção Social referiu que de um modo geral foram distribuídas até ao mo- mento 500 cestas básicas ao nível de todo território nacional, que perfazem mais de 120 toneladas de produtos diversos de primeira necessidade.
A ministra afirmou que o grau de vulnerabilidade das famílias tem ditado os critérios na distribuição das ajudas, salientando que as mesmas são acompanhadas e registadas no Sistema do SIGAS, enquanto outras são identificadas ao nível das províncias e das administrações municipais.
Sobre quanto tempo durará o processo de distribuição de alimentos básicos às populações carenciadas do país, Faustina Alves disse que tudo depende do desenvolvimento da pandemia da Covid-19. Mas salientou não desejar que o mesmo se prolongue por muito tempo.
A ministra considera necessário a criação de outras estratégias para mitigar as necessidades das famílias, sobretudo as mais vulneráveis, idosos e doentes crónicos.
Sublinhou que tão-logo iniciou a pandemia, o departamento ministerial que dirige, na qualidade de membro integrante da Comissão Multisectorial de Emergência de Resposta à Covid-19, começou a promover acções educativas e de prevenção junto das comunidades, de acordo com os princípios ditados pelo Ministério da Saúde.
As acções formativa, educativa e de prevenção têm sido dadas aos líderes das Organizações Não-Governamentais, de mulheres ligadas ao comércio informal na rua, às quitandeiras, e sociedade civil em geral.
Tais actividades têm sido disseminadas pelas directoras provinciais da Acção Social e Igualdade do Género a nível de todas as regiões do país.
A ministra também falou da elaboração do Plano de Contingência com acções viradas para mitigar o risco da contaminação da pandemia ao nível das comunidades. O plano em curso tem foco nos grupos mais vulneráveis e conta com o apoio de psicólogos. Os estudantes no exterior e os cidadãos que vivem em stress por se encontrarem afastadas do meio familiar, também têm vindo a beneficiar de apoio psicológico, tendo com efeito sido criado um CALL Center de apoio psicológico localizado no município da Maianga, Edifício 122/124, na Avenida Amílcar Cabral.

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