Sociedade

Executivo garante 200 mil merendas escolares por dia

O Executivo vai garantir, diariamente, 200 mil merendas escolares por um período de três anos, em 996 escolas de 53 municípios do país, no âmbito do Programa Integrado de Desenvolvimento Local de Combate à Pobreza.

20/01/2022  Última atualização 07H30
Perto de mil escolas a nível do país vão receber merenda no âmbito de um programa integrado © Fotografia por: DR
A cerimónia de lançamento da fase piloto, a ser presidida pela ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves de Sousa, acontece hoje, no município do Cachiungo, província do Huambo, onde,  também, estará presente a ministra da Educação, Luísa Grilo.

De acordo com uma nota de imprensa do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, actos similares acontecem nas províncias do Bengo, Benguela, Bié, Cuanza-Sul, Cunene, Huíla, Malanje e Uíge.

O programa, que conta com o apoio do grupo "Carrinho”, visa estimular a capacidade de aprendizagem, garantir a formação e o desenvolvimento equilibrado dos menores, desincentivar o  abandono escolar e promover a assiduidade na escola.

Para o efeito,  estarão garantidos três milhões de kwanzas, por  mês, em cada município, estando o Executivo  a mobilizar parceiros para, no âmbito das responsabilidades sociais, se juntarem à causa, com o objectivo de se atingir metas previstas no programa.

O programa de merenda escolar é uma medida do Executivo para melhorar o aproveitamento das crianças em idade escolar, bem como proporcionar condições nutricionais adequadas para o seu desenvolvimento integral.

Inaugurada escola  na aldeia Kawayela 

Uma escola primária, com duas salas, designada de "Paulo Sitóngwa”, com  capacidade para 140 alunos, foi inaugurada no fim-de-semana, na aldeia Kawayela I, a cerca de 12 quilómetros da sede do município da Caála. O acto foi presidido pelo administrador Rúben Etome,na presença de autoridades tradicionais, militares, policiais e população.

A escola, com carácter evolutivo, deverá ter mais cinco salas. Nesta primeira fase, vai receber apenas alunos das 5ª e 6ª classes.
 Rúben Etome afirmou que a escola, uma iniciativa da família Sitóngwa, "é um grande contributo” para o processo de aprendizagem dos alunos e  uma "excelente resposta” no combate à exclusão escolar.

A massificação digital, disse o administrador, será uma das valências que o estabelecimento de ensino colocará à disposição dos alunos, pois tem  material informático,  que contribuirá para o aperfeiçoamento do uso das novas tecnologias.  

"Vamos procurar, com a massificação digital, fazer uma formação integrada, aproveitando a mais-valia do posto de saúde em construção nesta zona” disse, frisando que a escola  vai albergar alunos de várias aldeias.

Estácio Camassete/Huambo  e  Miguel Ângelo

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