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Executivo empenhado em garantir a protecção dos grupos vulneráreis

O Presidente da República, João Lourenço, afirmou, ontem, que Angola está a responder à pandemia da Covid-19 através da vacinação, num contexto de dificuldades económicas, mas com muito empenho e dedicação do pessoal da Saúde, da Educação e das Forças de Defesa e Segurança, que, num esforço coordenado pelo Governo, estão a fazer o possível para garantir a protecção dos grupos mais vulneráveis e expostos.

03/06/2021  Última atualização 06H00
© Fotografia por: DR
Falando por videoconferência, numa cimeira sobre a protecção da população mundial contra o perigo da pandemia da Covid-19, o Chefe de Estado disse que se constata, igualmente, uma excelente resposta da população, que tem vindo a acorrer aos postos de vacinação.  
O evento, dedicado essencialmente à produção e distribuição de vacinas, foi uma Iniciativa da Aliança de Vacinas (GAVI), entidade dirigida pelo antigo Primeiro-Ministro português Durão Barroso.

"Para fortalecer a cadeia de frio e a cadeia de abastecimento, Angola construiu um novo armazém central de vacinas e implementou uma plataforma digital de gestão, em tempo real, de vacinas e material de vacinação, que já está a funcionar em seis províncias e em processo de expansão para as demais províncias, garantindo suporte à gestão de todos os tipos de vacinas da Covid-19 e da vacinação de rotina”, disse João Lourenço.  
Para responder à pandemia da Covid-19, acrescentou, o país lançou também um registo electrónico individual de imunização.  
"Angola diversificou a oferta de vacinas para ampliar a protecção da sua população e agradece à Covax pelos 1.1 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19  já recebidos, prevendo-se que as doses de vacina para os nossos países do grupo AMC92 venham a aumentar até se atingir o número correspondente a 20% das nossas populações”, referiu.
O Chefe de Estado  agradeceu também à Covax pelo apoio à extensão da cadeia de frio essencial para garantir a adequada conservação da vacina contra a Covid-19. 

Aos países e doadores privados participantes do "One World Protected Summit”, o Presidente da República lançou um apelo para oferecerem "todo o apoio possível a esta iniciativa”, sublinhando que a sua acção colectiva e solidária vai contribuir para superar o enorme desafio com o qual as  populações e Estados se encontram confrontados, dada a ameaça à vida humana e ao normal funcionamento das estruturas sociais e económicas causada pela Covid-19.

A cimeira contou com a participação de líderes mundiais, como o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, Chefes de Governo, filantropos como Bill Gates e outras personalidades relevantes da cena política internacional.

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