Cultura

Estado da situação social preocupa grupos do país

Amilda Tibéria

Os grupos carnavalescos do país foram aconselhados, a semana finda, pelo director de Luanda da Segurança Social, Blanche Chindovava, a organizarem-se em cooperativas ou associações para terem uma rentabilização e garantirem o futuro social da classe.

27/09/2021  Última atualização 09H45
Fazedores do Entrudo estiveram reunidos em Luanda © Fotografia por: Miqueias Machangongo | Edições Novembro
O director provincial, que participou numa mesa redonda sobre "Segurança Social no Carnaval”, realizada no auditório da escola Nzinga Mbandi, em Luanda, chamou a atenção aos participantes à importância da garantia da protecção social no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

A direcção-geral da Associação Provincial do Carnaval de Luanda (Aprocal), disse, já apresentou as preocupações à instituição, no intuito de esclarecer e clarificar algumas questões sobre o tema muito feitas pelos membros dos grupos carnavalescos.

"Uma das maiores preocupações era consciencializar todos os criadores envolvidos no Carnaval sobre os ganhos da Segurança Social”, explicou, acrescentando que a legislação nacional procura proteger todos os cidadãos e a classe artística merece uma especial atenção.

O presidente do grupo carnavalesco Jovens do Mucuaxi, José Machado, que participou do acto, considera este o momento certo para começar a resolver assuntos como este, que protegem a classe e ajudam a garantir o futuro das próximas gerações, "incentivando assim o surgimento de novos integrantes da festa do povo”.

O coordenador do Carnaval na Ingombota, Jorge Afonso, outro dos convidados, destacou o papel da Segurança Social na continuidade do Entrudo e chamou a atenção aos desafios dos grupos para a implementação de estratégias que ajudem a valorizá-los e assim gerar lucros.

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