Economia

Emiratis apostados nas energias renováveis

Os Emirados Árabes Unidos manifestaram, na segunda-feira, no Dubai, a possibilidade de investir no sector de energias renováveis do país.

27/10/2021  Última atualização 06H00
Pavilhão de Angola no Dubai atrai olhares de investidores © Fotografia por: DR
A informação foi avançada pelo ministro de Estado dos  Emirados Árabes Unidos, o sheik Shakhbout bin Nahyan bin Mubarak Al Nahyan, durante a visita efectuada ao pavilhão de Angola.

No encontro mantido com a comissária-geral de Angola para a Expo 2020, Albina Assis Africano, o sheik mostrou-se interessado com o tema do pavilhão, no potencial turístico que Angola oferece e, sobretudo, com a possibilidade de os emiratis investirem, fortemente, na geração de energias limpas, um desafio global e bastante actual.

Fez também do desejo de fortalecimento da cooperação com os países africanos para realizar  as aspirações  de povos, tendo expressado felicidade com a participação dos países africanos na Expo Dubai 2020, além da admiração face aos preparativos incríveis das missões, observadas nos pavilhões africanos ao evento.

Além de visitar o pavilhão de Angola, Shakhbout bin Nahyan destacou a profundidade das relações históricas existentes entre os Emirados Árabes Unidos  e o continente africano, assim como a importância  de desenvolvê-las em vários campos  e sectores.

Albina Assis disse que a visita de Shakhbout representa para Angola o reforço da relação existente entre os dois países. Revelou ainda que o ministro recordou das maravilhas de Angola, quando visitou o país, indicando as Quedas de Kalandula, na província de Malanje, considerando-a segundo maior queda de África, atrás da queda de água de Victoria, no Zimbabwe, maravilhas naturais do mundo.

Para Albina Assis, a visita do ministro dos Emirados Árabes Unidos significa que Angola também é um país voltado ao turismo.

A entidade emiratis visitou ainda na Expo Dubai, 2020 os pavilhões do Quénia, Rwanda, Nigéria, África do Sul e Tanzânia, nos quais foi informado sobre a rica diversidade cultural no continente.
                                      

  Mário Cohen    

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