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Emigrantes ilegais abandonam Cabinda

Bernardo Capita | Cabinda

Jornalista

Pelo menos 330 cidadãos da RDC, que viviam ilegalmente no território nacional (Cabinda), regressaram livremente, nas últimas duas semanas, ao seu país, informou, ontem, o Gabinete Provincial de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério do Interior.

14/09/2021  Última atualização 08H55
Mais de trezentos cidadãos da RDC voltaram ao seu país © Fotografia por: Benjamim Cândido | Edições Novembro
Os emigrantes ilegais deixaram o território nacional por via da fronteira do Yema, que se situa a 18 quilómetros a Sul da província de Cabinda, e alegaram como causas do seu regresso voluntário o aumento da incerteza quanto à retomada da normalidade da actividade económica no país e em particular em Cabinda, bem como o receio de apanhar a vacina contra a Covid-19.

Dos 330 cidadãos do Congo Kinshasa que abandonaram de forma voluntária a província de Cabinda 185 são adultos, dos quais 127 mulheres, acompanhados de 145 crianças.  
Segundo o Gabinete Provincial de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério do Interior, o posto fronteiriço do Yema tem sido a única "porta autorizada” para o movimento migratório e sempre sob o olhar atento dos órgãos de Defesa e Segurança, bem como das autoridades sanitárias da província. 

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