Política

Embaixadores africanos informados sobre eleições gerais em Angola

Os embaixadores africanos acreditados no Egipto receberam, na quarta-feira, informações sobre o processo eleitoral em curso em Angola, convocadas pelo Presidente da República, João Lourenço, para o dia 24 de Agosto do corrente ano.

30/06/2022  Última atualização 17H52
© Fotografia por: CEDIDA

Durante a reunião periódica do grupo africano de embaixadores residente no Cairo, composto por 45 países da União Africana, que teve como anfitrião o embaixador angolano no Egipto, Nelson Cosme, os diplomatas foram esclarecidos de que o país cumpre, deste modo, mais uma etapa do processo democrático, se reflecte nas eleições gerais que tem conseguido realizar com regularidade desde 2008, de forma ordeira, tranquila e transparente.

De acordo com o diplomata, o país tem criadas as condições para realizar no próximo dia 24 de Agosto as quintas eleições gerais sob o lema "Vota pela Paz e a Democracia”, tratando-se de um processo que pela primeira vez vai abranger a diáspora angolana, para a qual estão inscritos um total de 14,399,391 eleitores, sendo 14,376,831 em todo o território nacional e 22,560 no exterior.

Nelson Cosme informou, também, que nos últimos cinco anos, o Executivo concentrou os seus esforços na consolidação do Estado democrático e de direito, implementando um conjunto de reformas institucionais e económicas, visando garantir os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos e a construção de uma economia de mercado dinâmica e eficiente, com finanças públicas controladas e sustentáveis.

Essas reformas, adiantou, foram associadas ao crescimento económico, aumento de empregos e rendimentos, visando o bem-estar das populações, fundamentadas na necessidade de manter a estabilidade política e económica, acelerar o crescimento e promover o desenvolvimento humano, mediante inclusão económica e social, boa governação e combate à corrupção e à impunidade.

Na sua intervenção, realçou ainda que o combate à corrupção tem contado com uma boa cooperação internacional, em particular de países irmãos africanos.

Estimular a transformação da economia, o desenvolvimento do sector privado e a produtividade e competitividade da economia, a valorização do capital humano e a promoção do emprego qualificado e remunerador, bem como assegurar a defesa nacional e e dos cidadãos, estiveram também na base das reformas efectuadas.

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