Sociedade

Embaixadora do Marrocos elogia a crescente igualdade de género

Mário Cohen

Jornalista

A embaixadora do Reino do Marrocos em Angola, Saadia El Alaoui, elogiou, quarta-feira, o crescente número de mulheres a trabalharem em vários sectores da empresa Edições Novembro, detentora de vários títulos nacionais, entre os quais o Jornal de Angola.

24/11/2022  Última atualização 09H51
© Fotografia por: Alberto Pedro| Edições Novembro

Durante uma visita ao edifício sede da empresa, reabilitado e ampliado, a embaixadora constatou as obras feitas pela actual administração e defendeu a criação de um protocolo de intercâmbio entre os profissionais do Jornal de Angola e da imprensa marroquina.

Com a promessa de efectuar uma outra visita, para manter maior contacto com os jornalistas da redacção central do Jornal de Angola, a embaixadora elogiou o actual Conselho de Administração pelas obras de reabilitação do edifício sede do único diário generalista do país.

Durante a visita, o presidente do Conselho de Administração da Edições Novembro, Drumond Jaime, informou que actualmente a empresa tem 11 títulos e delegações em todas as províncias de Angola.

Quanto à troca de experiência entre jornalistas do Jornal de Angola e da imprensa marroquina, o PCA da Edições Novembro prometeu criar condições para que um grupo de jornalistas possa visitar o Marrocos.

Drumond Jaime informou à embaixadora que entre os projectos em carteira constam a realização, amanhã, às 8h00, no Epic Sana, em Luanda, a I Conferência Internacional sobre "A História de Angola”, com o tema "A Nação e o Nacionalismo dos Séculos XIX e XX”, com prelectores como a historiadora Rosa Cruz e Silva, o antropólogo Carlos Serrano e os professores Alberto de Oliveira Pinto e Dinis Kebanguilako.

Outra novidade, contou, é o melhoramento do parque gráfico da empresa, que além de produzir os jornais das Edições Novembro vai também imprimir obras literárias, livros e cadernos.

No final da visita, o PCA da empresa ofereceu à Saadia El Alaoui uma escultura de madeira, que espelha a força da mulher camponesa, enquanto a embaixadora entregou um troféu, cujo símbolo é uma referência da cultura marroquina.

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