Política

Embaixador defende divulgação permanente dos feitos de Neto

JA Online

O embaixador de Angola no Quénia, Sianga Abílio, defendeu sábado, em Nairobi, a necessidade da divulgação permanente dos feitos de António Agostinho Neto, pela sua grandeza na história da luta de libertação nacional e conquista da Independência do país.

25/09/2022  Última atualização 10H47
© Fotografia por: CEDIDA

Discursando no evento comemorativo do Centenário Natalício de Agostinho Neto, esclareceu que a política não foi o princípio e o fim do primeiro Presidente de Angola, "porque se, por um lado, foi um líder da luta para a libertação nacional, por outro, fez da cultura, com destaque para escrita, uma outra frente de batalha”.

 

Sianga Abílio disse que, com isso, Neto deixou para a actual geração e para as vindouras a felicidade de ser-se um povo independente e a alegria de se poder ler e a aprender com as suas obras literárias o valor do humanismo, liberdade e justiça social, num legado que ultrapassou as fronteiras de Angola, transformando-o herói da luta pela libertação do continente africano e de todos os oprimidos do mundo.


O embaixador realçou, como exemplo da importância histórica para a libertação de África, o facto de existir no Quénia um político com o nome de Agostinho Neto.


A cerimónia do Centenário foi uma co-organização da Embaixada e da Associação dos Angolanos Residentes no Quénia e durante o event
o foi exibido um documentário sobre a vida e obra de António Agostinho Neto, Fundador da Nação, primeiro Presidente da República de Angola e Herói Nacional.


A Associação dos Angolanos Residentes no Quénia aproveitou o momento para realizar o processo de renovação do corpo directivo, tendo sido reeleito Arnaldo Joaquim, para presidir a Associação, num novo mandato de um ano.


As jornadas das festividades do Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional, em Nairobi, contaram com a participação dos funcionários da Embaixada de Angola, membros da comunidade angolana e convidados estrangeiros, com destaque para
cidadãos moçambicanos e quenianos.

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