Política

Embaixada de angola tem novas instalações na Alemanha

Angola conta com novas instalações da sua Embaixada em Berlim (Alemanha) para acomodar os sectores consular, chancelaria militar e anfiteatro (centro cultural), numa cerimónia presidida, na sexta-feira, pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António.

22/09/2021  Última atualização 06H20
© Fotografia por: DR
No discurso de inauguração do edifício, com seis pisos e situado no centro da capital alemã, o ministro destacou o facto de ocorrer simbolicamente no Dia do Herói Nacional.

O acto "simboliza a vontade de Angola em consolidar a parceria estratégica com a República Federal da Alemanha e auguro que, além de contribuir para maior projecção da imagem de Angola, estas novas instalações proporcionem bom ambiente de trabalho no desempenho das várias tarefas em prol da cooperação bilateral e que desejamos cada vez mais dinâmicas no interesse comum”, disse.

Téte António referiu que a comunidade angolana ocupa a posição central nos motivos da presença das missões diplomáticas e consulares no exterior do país, tendo-se mostrado convicto de que a instalação reúne as condições necessárias para que os cidadãos possam aceder a serviços de qualidade.Melhoria das condições
Por sua vez, a embaixadora Balbina da Silva considerou a construção do espaço como cumprimento de um compromisso do Governo angolano para a melhoria das condições de atendimento e reforçou a partilha de valores democráticos entre os dois países.

Para si, a escolha da data e o baptismo do Centro Cultural Dr. António Agostinho Neto visam homenagear o primeiro Presidente de Angola, homem de cultura.

Aproveitou para destacar o engajamento do embaixador Alberto Neto que, "enquanto chefe de Missão na Alemanha, soube interpretar e incorporar a estratégia do Governo, no que à diplomacia e acomodação dos quadros diz respeito, e dedicou-se para iniciar a construção desta magnífica casa”.

Balbina da Silva considerou a implantação do centro factor fundamental de relacionamento, unidade e congregação dos povos e a diplomacia cultural como uma âncora para a vertente económica, promotora e potenciadora do interesse turístico. Isso "proporcionará aos investigadores, estudiosos e comunicação social, acesso a muito mais informação sobre Angola”, previu a diplomata.

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