Economia

Efectivo pecuário conta com mais de 210 mil animais

Manuel Fontoura | Ndalatando

Jornalista

O Cuanza-Norte dispõe de um efectivo pecuário estimado em 213 569 animais, contando-se bovinos, suínos, ovinos, caprinos, aves e equinos, segundo números de um relatório do Departamento Provincial do Instituto dos Serviços de Veterinária da província relativo aos primeiro oito meses do ano.

15/10/2021  Última atualização 08H40
Carne bovina representa quase metade da oferta
O documento refere que, entre Janeiro e Agosto do corrente ano, um censo pecuário contou 29 131 bovinos, 14 769 suínos, 14 145 ovinos, 53 764 caprinos, 100 154 aves e 202 equinos.

A oferta de carne totalizou, naquele período, 950 569 toneladas, em que a carne bovina representa cerca de 42 por cento do total, ou 226 740 toneladas, de acordo com os números do relatório, depois corroborados pelo chefe do Departamento Provincial do Instituto dos Serviços de Veterinária.

João Alfredo disse que, ao longo do ano, aqueles serviços acompanharam a evolução e funcionamento do matadouro de Camabatela, o qual funciona plenamente, embora não atinja a capacidade instalada de abate de 250 bovinos e 150 caprinos por dia.

Implantado em Cambambe, o matadouro industrial funcionou sem sobressaltos e nos primeiros oito meses do corrente ano, produzindo 200 toneladas de carne.

Em Ndalatando, a ausência de um local certificado para abate e comercialização de gado preocupa a população, por a exposição ao calor e humidade acelerar os processos de degradação dos perecíveis, além de as transacções se realizarem sem a devida inspecção e fiscalização sanitária.

Nos mercados, tudo indica que existe um local clandestino para  abate de animais de pequeno porte como cabritos e porcos. Os de maior tamanho vêm do Sul do país.

Um fábrica de ração, que arrancou em fins de Janeiro de 2016 para produzir cinco mil toneladas por mês, processa 400 toneladas que complementam pastos naturais disponíveis numa superfície de 121 394 hectares.


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