Economia

Economistas aconselham famílias no consumo

Flávia Massua | Saurimo

Jornalista

A chefe de Divisão de Estudos e Supervisão para a Região Leste do Banco Nacional de Angola (BNA), Ivna Muanjinda, defendeu, esta segunda-feira, em Saurimo (Lunda-Sul), a ne-cessidade de equilíbrio na gestão financeira das famílias, para que o desenvolvimento de projectos funcione como um legado geracional.

14/06/2022  Última atualização 07H31

Ivna Muanjinda falava na abertura de um seminário sobre "Educação financeira”, promovido pelo BNA, em colaboração com o Gabinete de Acção Social Família e Igualdade de Género (ASFIG) da província da Lunda-Sul.

A  gestora sublinhou que os mecanismos usados no destino de pequenas, médias e grandes fortunas são os mesmos, mas os resultados são determinados pela cultura de atitudes positivas de consumo, com base na consciência de necessidade, em detrimento de meros desejos.

Para a directora da ASFIG, Maria Luísa Martins, o encontro é pertinente, por agregar, na vida das mulheres, um elemento necessário para melhorar as políticas de gestão a médio e longo prazos.

Na dissertação dos temas "Nosso relacionamento com o dinheiro”, "Orçamento pessoal e familiar”, Consu-mo consciente e planeado”, "Prevenção e protecção das finanças pessoais e contra os riscos”, "Poupança e in-vestimentos” e "Créditos e endividamento”, os prelectores, Jaime Bacilar e Vilma Mateia, ressaltaram a importância da racionalização das despesas, para gerar poupança e evitar dívidas.

Os economistas ilustraram que as comemorações sobre determinadas conquistas devem servir de in-centivo, para que as pessoas apostem também no investimento, em detrimento de gastos extraordinários e sem retorno.

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