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Divisão Político-Administrativa visa melhorar as condições de vida das populações

O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, disse esta terça-feira (16), que a divisão político-administrativa em várias partes do território nacional "já deveria ser feita faz tempo, para criar melhores condições de vida das populações".

17/08/2021  Última atualização 15H53
© Fotografia por: Edições Novembro

O ministro de Estado referiu, também, que este processo tem como objectivo garantir uma maior inclusão dos cidadãos no exercício da acção governativa.

O governante falava durante a cerimónia de abertura da auscultação pública à alteração da Divisão Político-Administrativa, decorrida no Cuando Cubango, uma das províncias abrangidas, das cinco previstas.

Corrigir as assimetrias

No entender do ministro de Estado, "temos de conseguir gerir o nosso território, para sermos capazes de corrigir as assimetrias regionais e nesse caso foram privilegiadas as províncias do Leste e as maiores do país”, acentuou.

Durante a sua intervenção, informou que o primeiro mandato que lhes foi conferido é o de dialogar, uma vez que Angola pertence a todos os angolanos que devem participar em questões de grande interesse nacional e envolver a todos os interessados e destinatários das medidas de reformas.

Adão de Almeida insistiu que se espera por uma maior inclusão dos cidadãos na acção governativa, uma realidade que actualmente é difícil de acontecer, em função da dimensão territorial do Cuando Cubango e de outras províncias contempladas (Moxico, Lunda Norte, Malange e Uíge).

O Cuando Cubango é a segunda maior província do país em termos territoriais, depois do Moxico, com uma extensão de 199.049 quilómetros quadrados, mais de 600 mil habitantes distribuídos em nove municípios, designadamente Menongue, Mavinga, Cuchi, Calai, Cuangar, Cuito Cuanavale, Dirico, Nankova e Rivungo.

Testemunham o acto o ministro da Administração do Território, Mercy Lopes, o governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa, vice-governadores locais, secretário de Estados, entidades religiosas, autoridades tradicionais, empresários, entre outros convidados.

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