Sociedade

Número de academias cai para perto de metade

Mais de metade das 33 academias angolanas ligadas à Cisco, companhia transnacional que forma profissionais na área das tecnologias de informação e comunicação, com ênfase nas tecnologias de rede e internet, deixaram de funcionar, em consequência da crise financeira que o país atravessa desde 2014.

29/11/2019  Última atualização 08H45
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A informação foi prestada à imprensa, ontem, pelo director-geral do Instituto de Telecomunicações (ITEL), André Pedro, à margem da Conferência Nacional da Cisco, realizada ontem, em Luanda.
O número de academias Cisco no país passou de 33 para 14, a partir da altura em que muitas delas se viram na impossibilidade de cumprir com as exigências da Cisco.
Na qualidade de representante da Cisco nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), o ITEL vai agora servir de ponte para o apoio técnico que a Cisco se propõe oferecer à África Lusófona, para reerguer as academias inoperantes e garantir a manutenção das funcionais.
Os cursos Cisco são projectados para ajudar os alunos a prepararem-se para as oportunidades de carreira, educação continuada e certificações mundialmente reconhecidas.
Trata-se de cursos de formato próprio, oferecidos através de academias localizadas em todo o mundo que participam do programa Networking Academy Instructor-led.
A maioria dos cursos incluem avaliações online, hands-on labs e ferramentas interactivas de aprendizagem para ajudar os estudantes a terem sucesso. A Cisco Packet, software de simulação de rede e visualização poderosa da academia, é parte integrante de muitos dos cursos alinhados à certificação.
Todos os cursos são ministrados através do ambiente de aprendizagem on-line Cisco NetSpace.

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