Economia

Delegação realiza o Fórum Angola

A delegação angolana à Conferência Internacional do Investimento Mineiro (Indaba)  2019, que encerra hoje na Cidade do Cabo, África do Sul, realizou ontem o Fórum Angola, um encontro destinado a apresentar as potencialidades do sector de Geologia e Minas do país.

07/02/2019  Última atualização 09H36
DR © Fotografia por: Ministro dos Recursos Minerais e Petróleos ao discursar ontem no Fórum Angola

O encontro, no qual participou o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, contou com apresentações do Instituto Geológico de Angola (IGEO), Ferrangol, Endiama e a Sodiam, além de representantes de 200 empresas que negoceiam oportunidades na Indaba.
A estratégia angolana nesse fórum foi a de apresentar o país como detentor de oportunidades fora dos sectores do petróleo e diamantes. “Angola não é apenas um país com petróleo e diamantes, também possui recursos minerais que precisam de ser explorados para potenciar e diversificar a nossa economia”, declarou Diamantino Azevedo aos participantes.
O director-geral do IGEO, Canga Xiaquivuila, fez uma apresentação sobre a distribuição dos recursos minerais pelo território angolano, bem como sobre a informação disponível do potencial económico de cada recurso.
Canga Xiaquivuila apontou a estabilidade social e política, a alta qualidade dos diamantes angolanos e o elevado número de ocorrência de kimberlitos como razões para os empresários apostarem e investirem no segmento de diamantes em Angola.
O director da Sociedade Mineira do Lulo, Stephen Wetherall, considerou a reforma legal aplicada pelo Governo para o sector mineiro como um sinal positivo para o segmento de diamantes, encorajando outras companhias a investirem no país.
Stephen Wetherall apresentou aos participantes um tema sobre a evolução satisfatória dos  resultados da exploração e comercialização ao longo de cinco anos.
A Sociedade Mineira do Lulo é uma empresa australiana que opera em parceria com a estatal Endiama e a privada de direito angolano Rosas e Pétalas. “Angola optou por uma política de diversificação da economia e não dispõe apenas de petróleo e diamantes, também é rica em metais preciosos, metais básicos, rochas ornamentais e outros minerais essenciais para o desenvolvimento industrial”, disse.
Depois do Fórum, o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos manteve encontro com o seu homólogo sul-africano, Gwede Mantashe, a quem convidou para visitar o nosso país.

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