Sociedade

Destacado profissionalismo dos técnicos do Paz Flor

Mazarino da Cunha

Jornalista

A coordenadora do Posto de Vacinação de Alto Rendimento Paz Flor, em Luanda, Felismina Neto, considerou um sucesso a entrega, dedicação e profissionalismo que os 350 técnicos de saúde empregam na vacinação.

21/01/2022  Última atualização 06H15
Felismina Neto, coordenadora do centro de vacinação © Fotografia por: Vigas da Purificação| Edições Novembro
Criado no dia 6 de Março de 2021, o Posto de Vacinação de Alto Rendimento Paz Flor, segundo Felismina Neto, "é um modelo e orgulho para muitos países e demonstra que o Governo angolano está preocupado em imunizar todos os cidadãos em idade elegível".

Angola, disse, é um dos poucos países que está a vacinar a sua população com seis vacinas diferentes, nomeadamente, AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna, Pfizer, Sinopharm e a Sputnik V, cuja missão é a imunização de toda a população. 

O posto de vacinação Paz Flor vacina, por dia, entre 15 e 20 mil cidadãos, que a coordenadora considerou como resultado da entrega, dedicação e profissionalismo dos técnicos. "Vacinamos até o último cidadão que estiver na fila, independentemente da hora", sublinhou Felismina Neto.

 
Afluência de adolescentes

A coordenadora do Posto de Vacinação de Alto Rendimento Paz Flor elogiou a disciplina e afluência dos adolescentes dos 12 aos 17 anos, mas lamentou a fraca adesão por parte dos adultos, muitos com uma vacina apenas.

"É com muita satisfação que vemos adolescentes em fila, disciplinados e prontos para apanhar a primeira dose da vacina contra a Covid-19", disse.

Felismina Neto lembrou que a única forma de salvar vidas e combater a pandemia da Covid-19 é apanhar a dose completa da vacina e em lugares públicos usar correctamente a máscara facial e respeitar o distanciamento físico.


O papel dos jornalistas

A coordenadora do Paz Flor afirmou que o sucesso alcançado em todas as direcções na luta contra a Covid-19 tem o contributo dos jornalistas, que fazem a cobertura desde o dia em que se registou o primeiro caso em Angola.

Se por um lado estão os profissionais de Saúde na linha da frente, frisou, noutro estão os jornalistas que diariamente recolhem, tratam e fazem chegar à população o trabalho realizado pelo Executivo na luta contra um "inimigo invisível".   


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