Sociedade

Defendido reforço da educação ambiental nas comunidades

Manuela Gomes

Jornalista

A secretária de Estado para o Ambiente, Paula Francisco, defendeu ontem, em Luanda, um maior reforço das acções de sensibilização junto da população, no que toca à educação ambiental, principalmente às ligadas ao tratamento dos resíduos sólidos.

18/06/2021  Última atualização 05H25
Moradores estão a ser sensibilizados a depositar mellhor o lixo © Fotografia por: Maria Augusta | Edições Novembro
No acto de lançamento do primeiro ecoponto da Associação Ambiental Jucarente, um programa inserido no projecto de acção comunitária de educação ambiental e desenvolvimento sustentável, denominado "Nem todo lixo é lixo”, a secretária de Estado disse ser fundamental a tomada de atitudes, cada vez mais "amigas” do ambiente.


Paula Francisco considerou a iniciativa da "Jucarente” como uma acção de grande impacto e que demonstra, mais uma vez, a importância que deve ser dada ao uso dos solos, tendo em conta a grande preocupação no combate à deposição de lixo directamente no chão.


A responsável referiu que tais iniciativas são diligências que o sector do Ambiente tem advogado, através do Plano Nacional de Separação de Resíduos e, para isso, o Ministério de tutela pretende contar com o engajamento da sociedade civil, particularmente dos jovens, na valorização dos resíduos.


No acto, que visou, também, saudar o Dia Mundial de Combate à Desertificação, assinalado ontem, o presidente da Associação Jucarente, José Gombo, salientou que a iniciativa para a criação do primeiro ecoponto surge com base no registo de um elevado número de mortes.  
Os ecopontos são locais de entrega voluntária para colectar itens que não são mais utilizados.

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