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Defendidas acções conjuntas de combate à vandalização

Sérgio V. Dias | Lobito

Jornalista

O administrador para a Área de Infra-estruturas da Agência dos Transportes Terrestres defendeu ontem, no Lobito, a necessidade de se implementarem acções conjuntas no seio das comunidades para dar cobro a onda de vandalização no seio dos Caminhos-de-Ferro. Manuel Canda sublinhou que a população deve perceber a importância da preservação dos bens públicos.

07/05/2022  Última atualização 07H45
Descarrilamento tem sido recorrente e há medidas em vista © Fotografia por: DR

Falando durante o I Encontro sobre Asseguramento dos Caminhos-de-Ferros de Luanda, Benguela e Moçamedes, que juntou além de oficiais da Polícia Nacional e responsáveis do Ministério dos Transportes, membros do Governo da província e da Administração Municipal do Lobito, realçou o quão valioso foi a realização deste. 

Manuel Canda, que representou o secretário de Estado Jorge Bengui, destacou o compromisso das acções que poderão ser realizadas a curto prazo para combater este fenómeno de vandalização que ocorre a nível dos traçados ferroviários. "Vamos ficar com compromisso de procurar a curto prazo envidar esforços para a materialização desse objectivo”.

Ao se debruçar sobre as conclusões do encontro, o sub-intendente chefe Lázaro da Conceição apontou a necessidade de os Conselhos de Administrações das empresas de Caminhos-de-Ferro e os Comandos Provinciais da Polícia Nacional realizarem reuniões periódicas regionais para avaliar os níveis de implementação das medidas propostas para combater o fenómeno da vandalização destas infra-estrtuturas. 

Por seu turno, Júlio Bango, presidente do Conselho de Administração dos Caminnhos-de-Ferro de Luanda, focou a sua intervenção nos graves problemas enfrentados na infra-estrutura na capital do país, que tem uma maior densidade populacional. Já António Cabral, que dirige o Conselho de Administração do Caminho-de-Ferro de Benguela, sublinhou que tiveram custos elevados uma vez que os actos de vandalização aconteceram em todas as extensões das linhas e esses meios de reposição têm de ser adquiridos no exterior com valores em euros ou dólares.

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